Certa vez ouvi através de um amigo a história de um sujeito que trabalhou na Volkswagen e tatuou o logo da empresa no corpo. Depois passou a trabalhar na Gol e também fez uma tatuagem em homenagem a linha aérea. Posteriormente conheci outros casos parecidos que variam desde uma imobiliária norte-americana que paga parte do custo da tatuagem caso seja dedicada a empresa até um sujeito que tatuou uma lata de Nescau.
Quando o assunto é tatuagem, algumas pessoas defendem o argumento de que marcar algo permanentemente no corpo pode não ser uma boa ideia porque a pessoa que o fez pode se arrepender tempos depois; seja um desenho, uma frase, um nome. Tive um amigo que, numa ocasião, disse que estava a ponto de tatuar o nome da namorada (da época) e do melhor amigo. Quando lhe perguntei se ele não se arrependeria caso terminasse com a namorada ou brigasse com o amigo, ele me respondeu: "Estou passando um momento muito bom com eles, o melhor de minha vida até então, por isso quero deixar uma marca desse momento no meu corpo".
O mesmo vale àqueles que tatuam o logo da companhia onde trabalham. Muito mais do que marketing da mesma, é uma forma artística de homenagear o óbvio: as empresas para a qual trabalhamos sempre serão parte de nossas vidas ora pelo registro em nossos currículos ora por tudo o que aprendemos lá dentro.
Portanto, concluo que tatuar o logo da empresa pode ser uma boa ideia. Só não o faria porque tenho medo de agulhas, mas uma vez pedi ao barbeiro para escrever o nome do companhia para a qual trabalhava acima da nuca com a gilete, já é um começo.
Postado por: IVAN DE SOUZA
Quem sou eu? Jornalista, publicitário, marqueteiro, blogueiro nas horas vagas, gosto de desenhar e acredito viver uma real Vida de Marketing.
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