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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Valorize a empresa para a qual trabalha, mesmo após sair dela.

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Recentemente conheci um colega de profissão que veio da França ao Brasil. Ele estava trabalhando numa empresa por aproximadamente seis anos, mas não estava se sentindo realizado por lá, o trabalho interessante havia começado a ficar chato. Por isso, pediu demissão da mesma e acabou parando no Brasil onde atualmente trabalha numa startup voltada à mesma missão na qual ele acredita.

Essa empresa para a qual ele trabalhou antes era nada menos que a Google. Já não é a primeira vez que ouço comentários de pessoas que lá trabalharam e que, após alguns anos de casa, já não achavam mais o ofício tão interessante e desafiador assim. De qualquer modo, a empresa continua crescendo e o simples fato de terem feito parte dela traz um grande peso aos seus currículos. E é nesse ponto que quero chegar com este post.

Durante toda a vida trabalhei em empresas pequenas e era muito comum ver alguns funcionários falarem mal da mesma. Em dado momento estes acabavam indo embora e torcendo para que a companhia para a qual dedicaram tempo e esforço afunde profundamente no fracasso. Uma pena que pensem assim porque isso é errado: devemos torcer para que o grupo do qual fizemos parte siga crescendo mais e mais até se tornar o maior de seu nicho.

Afinal de contas, nós sempre carregaremos em nossos currículos o registro de haver trabalhado para aquela empresa. E, ao buscar um novo trabalho, ou mesmo ao promover o marketing pessoal, o que contará mais pontos? Ter feito parte de uma empresa que fracassou e faliu ou de uma que cresceu e hoje é líder de mercado?

E esse crescimento ocorre também a partir de nossa dedicação como, então, funcionários. E esta contagia todos os demais que continuarão se esforçando, mesmo após a nossa saída.

Portanto, não importa onde você trabalhe, sempre se dedique ao máximo e torça constantemente pelo crescimento da empresa da qual você faz parte e que também sempre fará parte do seu histórico profissional. Lembremos que Google, Facebook, entre outras gigantes, começaram como empresas pequenas e hoje estão aí atuando como líderes. Sucesso! 



Postado por: IVAN DE SOUZA
Jornalista, publicitário, marqueteiro e blogueiro nas horas vagas. Também gosta de desenhar e acredita viver uma real Vida de Marketing.
Para saber mais sobre mim, visite meu perfil ou me mande um e-mail.

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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Trabalhar para viver ou viver para trabalhar?

Na semana passada li um artigo que até agora me faz refletir: falava sobre um homem que trabalhava tanto a ponto de não ter tempo de ficar com o próprio filho. Certo dia este perguntou ao pai quanto valia a sua hora de trabalho, o homem titubeou, mas acabou respondendo. Tamanha foi a sua surpresa quando tempo depois o filho disse que havia juntado a mesada até completar esse valor e deu ao pai para que brincasse com ele durante uma hora.

Esta tem sido a realidade não somente desse pai ou dos jornalistas, mas de muitos profissionais das mais diversas áreas. Afinal, o nível de concorrência das empresas aumenta todos os dias, forçando seus funcionários a ter escalas de trabalho cada vez maiores e algumas vezes até abrir mão do lazer, vida social, folga, férias e afins.

Sim, estamos vivendo para trabalhar porque viemos de uma geração que acredita no sucesso como o fruto de muito trabalho durante toda a vida. Mas, se nos esforçamos tanto para aproveitar a vida e não o fazemos porque estamos ocupados demais trabalhando, qual é o sentido?

Por isso os jovens nascidos nas décadas de 80 e 90 estão desbancando os atuais líderes de mercado ao mostrar que sucesso é ser feliz fazendo aquilo que você gosta e que dinheiro se pode ganhar de várias maneiras, não apenas sentado numa cadeira de escritório assinando papéis chatos e enviando e-mails durante o horário comercial.

Designers, blogueiros, analistas de redes sociais são apenas alguns exemplos de profissões que, em alguns casos, permitem as pessoas a trabalhar onde quiserem e montar sua própria escala de trabalho de modo a aproveitar mais o tempo livre com a família e com os amigos.

Portanto, sigamos o mesmo exemplo: manter o foco no trabalho, mas também na vida porque devemos sim trabalhar para viver.


Postado por: IVAN DE SOUZA
Quem sou eu? Jornalista, publicitário, marqueteiro, blogueiro nas horas vagas, gosto de desenhar e acredito viver uma real Vida de Marketing.
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sábado, 15 de novembro de 2014

Delegando tarefas.

Hoje em dia todos nós andamos muito ocupados, tendo de fazer um número cada vez maior de tarefas, seja no campo profissional ou pessoal. Meu caso é um exemplo: por ser gerente e por morar só, acabei criando o costume de resolver todos os assuntos sozinho e isso é errado.

Nenhum de nós pode fazer tudo, pois não somos máquinas. Aliás, nem mesmo as máquinas podem fazer tudo sozinhas. Vejamos, por exemplo, um carro. Ele possui várias peças - cada qual com uma função diferente - que, ao trabalharem juntas, conseguem fazer o veículo se locomover. O mesmo acontece conosco, sobretudo no ambiente laboral. 

Se você também é dessas pessoas que preferem fazer tudo, pare já com esse hábito e comece a delegar. Uma das maiores preocupações que vem a cabeça nessas horas é: "mas, se eu passar a tarefa a alguém que não sabe executá-la direito, acabarei tendo o dobro de trabalho para corrigir o erro e para fazê-la". Porém, temos de nos arriscar e dar a vez para que alguém aprenda a realizar determinado trabalho, pois é assim que essa pessoa vai aprender, é assim que todos nós aprendemos.

Por último, vale dizer que, quando fazemos uma coisa de cada vez, as fazemos com mais excelência. Alguns posts deste blog mesmo são delegados: a tirinha fica por minha conta e o texto por conta de terceiros. Por mais que algo possa dar errado (como na história da tirinha), delegar é o certo. Sucesso a todos.


Postado por: IVAN DE SOUZA
Quem sou eu? Jornalista, publicitário, marqueteiro, blogueiro nas horas vagas, gosto de desenhar e acredito viver uma real Vida de Marketing.
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