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sábado, 11 de junho de 2016

O que é Trade Marketing?



Quem me conhece bem sabe que gosto de paçocas, assim como qualquer outro alimento feito a base de amendoim. Para se ter uma ideia do gosto que tenho por esse doce, dois dos trabalhos que fiz no curso de Publicidade foram baseados em paçoca. Certo dia, ao caminhar pelo supermercado, uma bandeirola me chamou a atenção, pois anunciava a novidade do momento: paçoca diet! Como o metabolismo não tem me tratado muito bem, peguei para experimentar. É muito boa!

Ok, mas o que é Trade Marketing?

Mas enfim, este post não é para falar sobre paçocas e sim sobre o que é Trade Marketing. Já ouviu falar nesse termo? Para entendê-lo melhor, é preciso primeiro compreender o significado de trade: é uma atividade praticada pela indústria do consumo que tem como foco os canais de distribuição, tanto no varejo quanto no atacado. Ou seja, a empresa que produz o produto precisa elaborar uma estratégia de Trade Marketing para deixá-lo mais atraente àquele que vai oferecê-lo no ponto de venda.

E isso foi feito com o lançamento da paçoca diet. Nesta época em que todo mundo quer ser fit, mas sem abrir mão do que é gostoso, o doce é um produto muito bem aceito e seguramente sua fabricante ou distribuidora desenvolveu para os varejistas uma série de peças publicitárias como a bandeirola que vi no mercado, stoppers, adesivos de chão, cartazes, etc.

Afinal, é muito bem-vindo ao varejista um produto que não pare nas prateleiras, gerando vendas e agradando o comprador final. Afinal, 76% das decisões de compra são tomadas nos pontos de venda, o que ainda torna frequente ações como promoções e merchandising.  

Ou seja, basicamente o Trade Marketing é focado nos fundamentos da venda, como Distribuição, Display, Preço e Promoção. Desta forma, ele pode desenvolver estratégias de Marketing alinhadas à marca a fim de subir o volume de vendas e valor entregue ao cliente.

Portanto, uma ação de Trade Marketing precisa ter uma estratégia muito bem desenvolvida envolvendo a marca e os canais de distribuição do produto. Afinal, o caso da paçoca deu certo (ao menos assim acredito, pois quase todo mundo adora paçoca, ainda mais da Santa Helena que é autoridade no segmento), mas e se fosse um produto pouco atrativo de uma marca desconhecida? Será que alguém iria comprar?

Desenvolvendo a estratégia de Trade Marketing.

Assim como toda ação de Marketing, o Trade requer investimento. Algumas agências costumam separar de 5% a 10% do orçamento de uma campanha destinada a ações de Trade Marketing e se estas forem um fiasco, todo mundo sai perdendo: a empresa que fabrica o produto por achar a campanha ineficaz, o varejista que não vê as vendas acontecerem e o cliente final que não verá valor algum naquele produto e ainda poderá colocá-lo na lista de “coisas das quais não preciso”. Aliás, para que essa estratégia seja bem elaborada, até mesmo já existem agências de Trade Marketing.

Logo, toda vez que você for ao mercado, à farmácia, à padaria ou mesmo ao mercadinho que fica próximo a sua casa e ver algum cartaz publicitário promovendo um produto - por menos e mais discreto que seja - já sabe que por trás existe uma ação de Trade Marketing.

Aliás, deixe um comentário dizendo exemplos de ações assim que você tem visto. E se você for um analista de Trade Marketing e quiser compartilhar algum case aqui, fique a vontade também :)



Postado por: IVAN DE SOUZA
Jornalista, publicitário, marqueteiro e blogueiro nas horas vagas. Também gosta de desenhar e acredita viver uma real Vida de Marketing.
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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Como evitar que a crise chegue até você?


Já faz um tempo que a tal da crise chegou e com tantas mudanças políticas e econômicas que atingem o país, nunca este argumento ganhou tanta força. Isso tem preocupado as pessoas que ficam mais a mercê do desemprego assim como as empresas que acabam tendo menos clientes que não podem consumir ou investir justamente por causa da crise. Mas, será mesmo?

Foram poucas as vezes que peguei trem no Rio de Janeiro para ir a algum lugar, mas uma coisa é certa: todas as vezes, em algum momento, entravam os já conhecidos camelôs para vender suas guloseimas, tal como o Gordão do Trem já mencionado aqui neste blog.

Contudo, certa vez, o trem se intimidou com a chegada de um homem mal encarado que parou bem no meio do vagão e disse em voz alta aos passageiros:

- Quero todo mundo abrindo a mochila ou a carteira agora!!

Por se tratar de uma cidade com consideráveis índices de assalto e violência, todos prontamente se preparavam para entregar seu dinheiro e seus pertences até que o homem prosseguiu com seu discurso:

- Quero todo mundo abrindo a mochila ou a carteira agora...para aproveitar a promoção do chocolate aqui com o camelô! - complementou o homem em tom de brincadeira enquanto todos os passageiros respiravam aliviados.

Bom, no fim das contas boa parte do vagão comprou o chocolate. Ok, mas o que isso tem a ver com a crise? Ora, que muitos outros camelôs passaram por aquele mesmo vagão antes portando aquele já conhecido discurso de “comprem na promoção, um por 1 real, três por 2 reais”, mas ninguém comprou. E bastou chegar alguém com um discurso diferente e original para que muitos comprassem. O mesmo ocorre com o mercado em momentos de crise: sobreviverão aqueles que usarem estratégias diferentes para cativar o público. Como fazer isso? Por meio do Marketing.


Sou profissional da área e o que mais tenho ouvido ultimamente das empresas é: “Não posso investir em marketing no momento...afinal, o país está em crise”. Este argumento é tão pífio quanto dizer “Estou com sede, mas não quero beber água” ou “Estou doente, mas não quero tomar remédio”.

“Mas, Ivan, tem empresas que estão mandando todos os funcionários embora e se afundando em dívidas...você está sugerindo que eles invistam um dinheiro que não têm em marketing?” - me perguntam algumas pessoas. Neste caso, não é aconselhável, pois se uma empresa já não consegue ser auto-sustentável, não há razão para continuar existindo. O melhor é fechar as portas.

Em contrapartida, se o faturamento ainda é saudável, funcionários e contas estão em dia, e a empresa está aberta a novas propostas comerciais, que cabimento tem o argumento de que não se pode investir em Marketing? “Porque não é uma prioridade agora” - me respondem os donos de negócio ou seus representantes.

Ora, se a prioridade não é elaborar uma nova estratégia para evitar que tempos ruins cheguem, então qual é? Se o camelô não tivesse feito algo novo, ele não teria se destacado entre os concorrentes que continuam fazendo as mesmas ações de anos atrás e o público tão pouco teria comprado. Afinal, as pessoas também culpam a crise na hora de comprar, mesmo que seja só uma barra de chocolate, até que se prove o contrário.



Postado por: IVAN DE SOUZA
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Marketing Multinível e Pirâmide Financeira é a mesma coisa?

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Quando se fala em Marketing Multinível, é comum que algumas pessoas o liguem ao esquema de pirâmide, chegando até mesmo a pensar que os dois são a mesma coisa. Mas, será que é isso mesmo? Vou começar a explicação contando uma história de minha adolescência que poderá ilustrá-la melhor.

Até os meus 17 anos tive acne como quase todo adolescente, e passava vários produtos desde as pomadas mais indicadas até pasta de dente (pois, segundo as tias, isso funcionava) e nunca havia resultado. Um dia minha mãe recebeu a visita de uma vendedora da Natura que lhe ofereceu cremes para as mãos e para o rosto, mas o que chamou sua atenção foi uma pomada para remover espinhas que minha mãe prontamente encomendou por minha causa. Pena que não lembre o nome do produto, pois funcionou muito bem!

Marketing Mononível e Marketing Multinível

Essa vendedora da Natura exerce uma atividade de venda direta, caracterizada pela oferta de itens fora de um estabelecimento comercial, que no Marketing conhecemos como Mononível. Nesse modelo, os revendedores recebem uma comissão pela venda de cada produto e todos estão no mesmo nível de porcentagem de lucros. Além da Natura e da Avon, também temos exemplos no Marketing Digital como a plataforma Hotmart já mencionada no post sobre Marketing de Afiliados.

Já o Marketing Multinível tem um modelo diferente, pois além de remunerar o revendedor com a comissão feita pela venda direta, também o faz pela atração de novos revendedores e suas vendas. Portanto, os ganhos podem ser tanto diretos por conta das vendas próprias quanto indiretos através daqueles que estão em níveis abaixo na rede, por isso é chamado de Multinível.

A imagem abaixo pode ilustrar a diferença entre ambos.


Marketing Multinível e Pirâmide Financeira

Logo, percebe-se que o Marketing Multinível é uma forma lícita e até interessante de ser remunerado por comissão da venda de produtos e pelo recrutamento de novos membros. Então, por que ele tem sido tão mal falado por alguns e constantemente comparado com o esquema de pirâmides? Devido a semelhança entre os dois modelos, pois uma pirâmide financeira caracteriza-se pela remuneração através da captação de novos integrantes para a rede. Mas, diferente do Marketing Multinível, não há produto. E se houver, é apenas um coadjuvante, pois a maneira como os internos ganham dinheiro vem mesmo é da atração de novas pessoas, vide casos como o da TelexFree.

Então, como identificar se um esquema é multinível ou pirâmide? Há algumas características que evidenciam muito bem quando se trata de pirâmide financeira, tais como:

. O trabalho do revendedor não está diretamente ligado as vendas de um produto;

. Há promessas de altos ganhos em pouco tempo, sem deixar muito claro como será o esforço do participante e tão pouco os riscos que pode correr;

. Exigência de um pagamento inicial para adesão e promessas de que esse valor será coberto uma vez que a remuneração por indicação começar a entrar.

Este último ponto é o ponto fraco da pirâmide, pois chegará um momento em que não haverá novas pessoas para adicionar a rede e, então, ela quebrará. Além disso, a prática é crime no Brasil contra a economia popular, pois visa obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos.

Portanto, conclui-se que Marketing Multinível e Pirâmide Financeira não é a mesma coisa. E se você tem interesse em trabalhar numa empresa que opere de forma multinível, certifique-se primeiro de que existe um produto e que ele é a principal fonte de ganhos, além da reputação que essa companhia tem na web por parte de quem está dentro e fora dela, assim como desconfiar se a oferta parecer boa demais para ser verdade. E se você já trabalha de forma Multinível, deixe um comentário contanto como é essa experiência. Sucesso!


Postado por: IVAN DE SOUZA

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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Valorize a empresa para a qual trabalha, mesmo após sair dela.

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Recentemente conheci um colega de profissão que veio da França ao Brasil. Ele estava trabalhando numa empresa por aproximadamente seis anos, mas não estava se sentindo realizado por lá, o trabalho interessante havia começado a ficar chato. Por isso, pediu demissão da mesma e acabou parando no Brasil onde atualmente trabalha numa startup voltada à mesma missão na qual ele acredita.

Essa empresa para a qual ele trabalhou antes era nada menos que a Google. Já não é a primeira vez que ouço comentários de pessoas que lá trabalharam e que, após alguns anos de casa, já não achavam mais o ofício tão interessante e desafiador assim. De qualquer modo, a empresa continua crescendo e o simples fato de terem feito parte dela traz um grande peso aos seus currículos. E é nesse ponto que quero chegar com este post.

Durante toda a vida trabalhei em empresas pequenas e era muito comum ver alguns funcionários falarem mal da mesma. Em dado momento estes acabavam indo embora e torcendo para que a companhia para a qual dedicaram tempo e esforço afunde profundamente no fracasso. Uma pena que pensem assim porque isso é errado: devemos torcer para que o grupo do qual fizemos parte siga crescendo mais e mais até se tornar o maior de seu nicho.

Afinal de contas, nós sempre carregaremos em nossos currículos o registro de haver trabalhado para aquela empresa. E, ao buscar um novo trabalho, ou mesmo ao promover o marketing pessoal, o que contará mais pontos? Ter feito parte de uma empresa que fracassou e faliu ou de uma que cresceu e hoje é líder de mercado?

E esse crescimento ocorre também a partir de nossa dedicação como, então, funcionários. E esta contagia todos os demais que continuarão se esforçando, mesmo após a nossa saída.

Portanto, não importa onde você trabalhe, sempre se dedique ao máximo e torça constantemente pelo crescimento da empresa da qual você faz parte e que também sempre fará parte do seu histórico profissional. Lembremos que Google, Facebook, entre outras gigantes, começaram como empresas pequenas e hoje estão aí atuando como líderes. Sucesso! 



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terça-feira, 20 de outubro de 2015

O que o Zorro e o Marketing têm em comum?


"Desta vez esse blogueiro ficou maluco!" - você deve estar pensando. "Afinal, o que uma coisa tem a ver com a outra?" - você também deve estar pensando. Para melhor explicar a semelhança, vou contar um pouquinho de cada um.

Imagino que quase todos que estejam lendo este texto conheçam o Zorro. Este é um personagem fictício criado em 1919 pelo escritor norte-americano Johnston McCulley. Sua identidade secreta era Don Diego De La Vega, um jovem membro da aristocracia californiana, região que, em meados do século XIX, era colônia da Espanha. Porém, ao vestir a máscara e a a capa negra, adota o nome do herói Zorro.

Seu traço mais característico era a letra Z que marcava nas paredes e nas roupas de seus inimigos com a espada. A partir deste ponto, o assunto do post passa para o Marketing. Você consegue enxergar a marca do Zorro nesta peça?



Em Direção de Arte há um termo chamado leitura em Z que está voltado ao nosso comportamento de leitura. Afinal, quando olhamos para uma tela, nossos olhos costumam vê-la a partir do topo superior esquerdo até o inferior direito passando pelo centro. No exemplo acima, olhamos primeiro a frase, depois o menino e por último o logo, o que produz um contorno similar a assinatura do Zorro.

E isso ocorre também em outros pontos do Marketing como o E-commerce, por exemplo. Afinal, o mesmo fenômeno acontece quando vemos um site, razão pela qual a maioria dos menus fica localizada no lado superior esquerdo, pois é a primeira parte da página que costumamos ver.

E assim fica clara a semelhança, espero que a levem em conta a partir de agora toda vez que virem uma peça publicitária, um site ou o Zorro deixando sua assinatura na barriga do Sargento Garcia. 


Postado por: IVAN DE SOUZA
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quarta-feira, 29 de julho de 2015

8 dicas para seu negócio ter sucesso nas redes sociais.


Muita gente gosta de redes sociais, quanto a isso não há dúvida. Prova disso é que entre os 200 milhões de brasileiros, aproximadamente 90 milhões usam o Facebook, a principal rede social do momento. Porém, o que muita gente ainda duvida é que seja possível prosperar nas redes de modo a aumentar as vendas e lucros da empresa.

Eu também não acreditava, mas por trabalhar como gerente de marketing, pude ver a força que esses canais têm e o quanto têm contribuído para elevar os ganhos. Porém, é preciso usar as estratégias certas para que isso aconteça, por isso trago neste post 8 dicas de como fazê-lo:

Dica 1: produza conteúdo de qualidade, informativo e útil. 

As pessoas usam as redes sociais para se informar ou se entreter e não para comprar. Por isso, antes de oferecer seu produto ou serviço, produza um conteúdo que seja útil para o seu público. Por exemplo: se você tiver uma loja de calçados, produza um texto ou vídeo mostrando dicas de como usar e conservar um tênis de corrida. Esse tipo de publicação poderá transformar seus visitantes em leads, ou seja, visitantes frequentes do seu canal e que poderão ainda se tornar clientes interessados em comprar o tal tênis ou outro calçado qualquer.

Dica 2: adapte o conteúdo para cada rede social.

Cada rede tem um formato diferente, por isso é preciso ficar atento a maneira como você vai publicar seu conteúdo em cada uma. A chamada ideal para o Facebook, por exemplo, pode ter até 80 caracteres. Já no Google Plus 60 caracteres é mais apropriado enquanto no Twitter o ideal é ter em torno de 100.

Dica 3: use todos os formatos de conteúdo.

Lembremos que a web é hipermidiática, ou seja, repleta de textos, links, imagens, áudio, vídeo e assim devem ser os conteúdos nas redes sociais. Portanto, use, pelo menos, duas formas de mídia em suas postagens para que elas fiquem mais interessantes e chamativas.

Dica 4: use a técnica do 80/20.

Na primeira dica disse o quão importante é produzir conteúdo de valor ao invés de anúncios para compra do seu produto ou serviço. Porém, vamos gerar publicações que gerem valor e deixar a venda de lado? Não, não podemos deixar a venda de lado, mas precisamos dosar a quantidade de postagens referentes a ela, a técnica do 80/20 trata justamente disso. 80% do seu conteúdo será destinado a produção de postagem útil, informativa, de valor, enquanto que 20% será voltado para vendas.

Dica 5: não automatize o conteúdo.

Embora existam ferramentas e aplicativos que nos permitem publicar em várias redes sociais ao mesmo tempo, facilitando nossas vidas e nos poupando tempo, aconselho a não fazer isso. Afinal, como disse na dica 2, cada rede social tem o seu próprio formato, o que usamos no Twitter pode não funcionar no Facebook, por exemplo. Portanto, tenha dedicação a cada rede separadamente.

Dica 6: engaje com o seu  público.

Como o próprio nome diz, rede social é um canal em que as pessoas se se socializam, portanto você deve fazer o mesmo com o seu público. Para isso responda sempre os comentários - tanto bons quanto ruins - e faça postagens que incentivem a participação de todos. Exemplos muito divertidos de como fazer isso: quizz, desafios, jogo dos erros, adivinhações; todos motivam as pessoas a deixar respostas nos comentários e, acredite, elas farão.

Dica 7: saiba qual é o melhor horário para postar.

As redes sociais têm horários de maior acesso, por isso é preciso saber a que horas seu público costuma acessá-las para postar sempre nesses horários. Em termos gerais, o pico ocorre as 11h00, 16h00 e 20h00, mas isso pode mudar caso seu público esteja em outro país com fuso horário muito diferente ou tenha um ritmo de vida distinto daqueles que trabalham em horário comercial, por exemplo: pessoas que trabalham a noite devem acessar as redes noutros horários.

Dica 8: acompanhe os resultados das postagens.

Muitas redes sociais têm um analisador de desempenho das postagens como o Insights do Facebook, por exemplo. A partir daí você pode ver quais foram os posts que seu público mais gostou e usar formatos parecidos em publicações futuras para repetir o sucesso. 

E estas foram as 8 dicas usadas e comprovadas que poderão te trazer mais sucesso nas redes sociais. Se quiser saber ainda mais a respeito, recomendo fazer um curso que possa trazer mais conhecimentos e técnicas. Inclusive, há um muito bom do Felipe Moreira chamado Sucesso nas Redes Sociais.


O curso é composto por vídeo aulas que ensinam a divulgar seu negócio nas redes sociais, fazer marketing viral de impacto, atrair milhares de fãs, elaborar melhores postagens e, é claro, aumentar as vendas através das redes. Para adquiri-lo basta clicar aqui ou na imagem acima.

Assim, você não apenas se tornará um bom conhecedor do assunto como também poderá prosperar muito no seu negócio. Sucesso! 
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terça-feira, 26 de maio de 2015

Iphone caído no mar: história incrível ou marketing incrível?


Neste último fim de semana um caso um tanto peculiar chegou as redes sociais: um homem, através de uma postagem no Facebook, disse ter encontrado um iPhone 5C submerso há 100 dias no mar e que o aparelho estava intacto devido a proteção de uma bolsa impermeabilizante que o envolvia. Segue abaixo o conteúdo do post:

Vejam só....Hoje nadando entre as praias do Veloso e Curral em Ilhabela, ví uma fitinha preta saindo da areia lá no...
Posted by Julio Fiadi on Sexta, 22 de maio de 2015

Quem é da área do Marketing com certeza já percebeu que essa história incrível se trata, na verdade, de uma ação de Marketing Inbound para promover a bolsa impermeável e que, a julgar pelo número de curtidas, comentários e compartilhamentos, parece ter dado muito certo.

Marketing Inbound ou Marketing de Atração é uma forma de publicidade on-line na qual uma empresa se promove através de blogs, podcasts, vídeo, eBooks, newsletters, entre outras . Seu diferencial está em atrair a atenção de potenciais clientes ao gerar conteúdo altamente relevante para o consumidor que, ao procurá-los, acabam encontrando a empresa.

Portanto, ações de Marketing Inbound têm se tornado cada vez mais importantes e se você quiser aprender mais sobre, existe um Curso de Inbound Marketing do Luiz Carlos Conte que é muito bom.

O Curso é composto de 11 aulas que cobrem os elementos básicos da Metodologia Inbound, desde o porquê de otimizar um site para mecanismos de busca até anatomia de Landing Pages de sucesso que farão com que você seja muito próspero em seus negócios. 

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sábado, 2 de maio de 2015

Por que a junção de todas as cores é o branco e não o preto?


Desde criança gosto de desenhar (bom, este blog já deixa isso bem evidente) e tinha vários estojos de lápis de cor, giz de cera, canetas, tintas e pincéis. Na época, minha mãe disse algo até então inédito: o branco é a mistura de todas as cores. Ao ouvir isso, tratei logo de pegar todos os meus hidrocores e usá-los para pintar um círculo que desenhei numa folha de papel branca que, no entanto, ficou preto. Ora, se o branco é a junção de todas as cores, por que o círculo ficou preto?

Antes de explicar, faço uma ressalva de que todo profissional de marketing deve ter conhecimentos de produção gráfica, desde papéis, tintas, máquinas de impressão ate tudo mais que essa indústria possa fornecer.

Embora o profissional de marketing não precise ser especialista em desenvolver produtos gráficos, ele deve ser expert em criá-los para saber como será o resultado final das peças de uma campanha.

O estudo das cores é justamente um dos principais conceitos dessa área, as mesmas podem ser classificadas como RGB ou CMYK. 


RGB é a abreviatura do sistema de cores aditivas formado por Vermelho (Red), Verde (Green) e Azul (Blue). O propósito principal do sistema RGB é a reprodução de cores em dispositivos eletrônicos como monitores de TV e computador, "datashows", scanners e câmeras digitais, assim como na fotografia tradicional. 

Por outro lado, o CMYK é a abreviatura do sistema de cores subtrativas formado por Ciano (Cyan), Magenta (Magenta), Amarelo (Yellow) e Preto (Black - Key). O CMYK funciona devido à absorção de luz, pelo fato de que as cores que são vistas vêm da parte da luz que não é absorvida. Este sistema é empregado por imprensas, impressoras e fotocopiadoras para reproduzir a maioria das cores do espectro visível, e é conhecido como quadricromia. 

Um exemplo de aplicabilidade do RGB é nos refletores de teatro uma vez que a junção das três cores aditivas - vermelho, verde e azul - formam a luz branca. Já uma aplicação do CMYK pode ser observada em qualquer impressora comum visto que seus cartuchos coloridos vêm com as cores ciano, magenta e amarelo que juntas formam o preto. Porém, existe a necessidade do cartucho de tinta preta também ser usado porque a cor formada pelo ciano, magenta e amarelo é um preto amarronzado...o mesmo tom que tinha o círculo que pintei com as canetinhas quando criança.

E isso explica porque meu experimento não deu certo, pois o branco é a junção de todas as cores aditivas enquanto o preto é a junção de todas as cores subtrativas. Talvez devesse ter usado lanternas com papel celofane vermelho, verde e azul ao invés de hidrocores. 



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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Qual foi a estratégia de Marketing que originou o sushi?


O sushi tem se tornando cada vez mais popular no Brasil. Praticamente todo ano vejo, pelo menos, duas ou três lojas especializadas abrirem aqui na cidade. Esse fenômeno não era comum até uns dez, quinze anos atrás.

Naquela época era comum a maioria das pessoas não gostar de sushi por causa da ideia estranha de comer peixe crú. Contudo, aos poucos os brasileiros foram perdendo esse pré-conceito e adaptando o seu paladar, sobretudo ao perceberem o quão saborosos eram os rolinhos, especialmente por causa do fermento e do tempero que dão a ele um sabor delicioso. Porém, o que nem todo mundo sabe ainda é que esse sushi do qual tanto gostamos surgiu na terra do sol nascente por meio de uma estratégia de Marketing.


Os japoneses já tinham o costume de manter o peixe dentro do arroz para melhor conservá-lo desde o Período Muromachi (1336-1573), mas foi durante o Período Edo (1603-1868) que as pessoas passaram a comer o peixe crú e fresco, recém pescado, junto ao arroz temperado. Devido a seu minucioso preparo, o sushi era uma refeição consumida apenas em restaurantes e cara.

Foi nesse momento que um sushiman chamado Hanaya Yohei teve a grande ideia de transformar o sushi numa comida barata e que pudesse ser consumida em qualquer lugar. Para isso, ele tratou de conservar o pescado, sobretudo atum, dentro do molho de soja ou vinagre e servi-lo com arroz de modo que as pessoas pudessem comê-lo em bancas armadas na rua ou teatros. 

Assim, por ter trabalhado bem os 4Ps do Marketing através de um bom produto, bom preço, boa praça e boa promoção desde seu primeiro quisque em Tóquio, Yohei criou o primeiro fast-food nipônico e o tipo de sushi do qual muita gente tanto gosta.

E um número cada vez maior de brasileiros tem se tornando especialistas em sushi, sashimi, entre outros. E se você também quiser aprender, recomendo um curso muito bom sobre Culinária Japonesa da Cresça Brasil Editora.

Por ser totalmente online, você pode estudar a qualquer hora e em qualquer lugar, além de contar com suporte, biblioteca virtual, dicas do autor e certificado de conclusão. O curso ensina desde a história da culinária oriental até a composição de pratos frios e quentes. Para adquiri-lo, basta clicar aqui ou na imagem abaixo.




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terça-feira, 24 de março de 2015

Marketing Vs Vendas


Certa vez, na empresa, tivemos um impasse entre a equipe de Marketing e a equipe de Vendas. O produto em discussão eram diárias de hotel, enquanto a gerência de Marketing impôs que a estadia mínima para grupos deveria ser de quatro noites, os vendedores se queixaram afirmando que seria impossível vender já que grupos quase sempre solicitam somente duas diárias. Casos assim são comuns em qualquer firma que trabalhe com os dois departamentos.

"O pessoal de vendas não entende a proposta do marketing, só querem saber de vender para ganhar comissão. Não sabem como o mercado funciona e não ligam para a imagem da marca." - diz alguém do Marketing.

"O pessoal de marketing não entende nada de como a ação funciona na prática. Eles querem somente ser premiados por suas criações, por isso fazem campanhas geniais e não ligam para as vendas, estas que verdadeiramente sustentam a empresa." - diz alguém de Vendas.

Embora essa rixa seja corriqueira, não deveria ser, pois a integração entre ambos é algo essencial para o sucesso empresarial, por isso é muito importante que as companhias coloquem as duas equipes sempre em contato para trocarem ideias de modo que marqueteiros possam dar dicas de como fechar uma venda de forma criativa e vendedores possam dizer quais são as necessidades reais dos clientes no ponto de venda, por exemplo.

Há empresas que já trabalham com essa convergência que recebe o nome de Smarketing, chegando a aumentar sua receita anual em 20% por conta dessa união segundo o site da B2C.

Aos que tiverem interesse em saber mais sobre Marketing e Vendas separadamente, sugiro a leitura dos dois gurus de cada área: Philip Kotler (marketing) e Neil Rackham (vendas), sobretudo os livros "Administração em Marketing" e "Alcançando Excelência em Vendas". 


Postado por: IVAN DE SOUZA
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Cavaleiros do Zodíaco: por que a série foi um sucesso?


Como quase toda criança que viveu nos anos 90, eu adorava os Cavaleiros do Zodíaco, assistia todos os dias e não perdia um só capítulo. Na verdade, sempre gostei de séries japonesas e, para mim, aquela era simplesmente mais uma a passar na televisão e que seria tema de discussão com os amiguinhos na hora do recreio. 

Mas, Cavaleiros do Zodíaco foi muito mais do que isso, foi um fenômeno televisivo que causou a alegria das crianças e a preocupação de muitos pais e educadores. Ora, mas se as emissoras da época já exibiam outras séries do gênero (como "Winspector", seriado do gênero tokusatsu que estreou no mesmo ano e "Macross" - conhecido aqui como "Guerra das Galáxias" - um anime clássico que gerou muitas sequencias), por que Cavaleiros do Zodíaco fez esse marco tão forte? A resposta está no marketing aplicado a série.

No Japão, os animes têm dois objetivos principais: gerar audiência para o canal e receita através de espaço publicitário e venda de produtos relacionados. Entre esses produtos, os brinquedos são os que ganham mais destaque por serem o desejo de consumo maior das crianças. No Brasil acontecia a mesma coisa, mas os brinquedos que tínhamos não eram da mesma qualidade dos japoneses e normalmente só eram divulgados um tempo após a estréia da série, quando a mesma já não deveria mais ter a mesma audiência inicial.


Ao ver esse problema, a distribuidora Santoy teve a grande ideia: trazer a série ao Brasil e também os brinquedos. A Rede Manchete - que exibiu as primeiras duas temporadas do anime - ficou um pouco relutante em fazê-lo por não ver muito potencial no novo desenho, mas a Santoy ofereceu a série "de graça" contanto que fosse exibida em dois horários: manhã e noite para que as crianças pudessem assistir antes de ir ou após voltarem da escola, e que a todo momento houvesse propaganda dos bonecos.

A estréia do anime foi no dia 1 de setembro de 1994 as 10h30 da manhã. Desde as 10h00 já estava com a televisão ligada, pois não queria perder a nova atração e levei um susto ao ver que nesse mesmo horário, meia hora antes de começar, já estavam anunciando os bonecos que eram os mais bonitos do mercado brasileiro na época, sobretudo por conta das famigeradas "armaduras de metal", o que fazia o preço ser bastante caro.

Essa jogada de marketing foi muito bem sucedida e os envolvidos com certeza ganharam muito dinheiro as custas dos defensores de Atena, tanto é que diversos outros produtos surgiram depois: revistas, álbum de figurinhas, bonés, camisetas, posters e por aí vai. Isso faz de Cavaleiros do Zodíaco um case bem interessante e que vale a pena ser estudado, seja pelo marketing ou pela nostalgia.

Confira abaixo a primeira propaganda dos bonecos exibida no Brasil.





Postado por: IVAN DE SOUZA
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

7 tendências para o Marketing em 2015.


Mais um ano começou, 2015 parece ser um ano promissor não apenas pela expectativa de termos os skates voadores do filme "De Volta Para o Futuro", mas também porque - ao que tudo indica - trará muitas novidades para nós, profissionais de marketing.

Minha caixa de e-mails e feed das redes sociais estão infestada de mensagens e artigos cujos títulos são "novas tendências para o marketing em 2015", portanto tratei de trazer as sete mais relevantes neste post e comentar o porquê delas serem tão importantes. Vamos a elas.

1) Otimização para aparelhos móveis: enquanto o foco do ano passado foi a adaptação de sites para versões móveis, o deste ano será como otimizá-los, não apenas em termos de design, mas também de conteúdo. Afinal, estamos passando cada vez mais tempo com celulares ou tablets do que com notebooks e PCs e o Google revelou que o uso de dispositivos móveis vem se tornando mais relevante para os motores de busca.

2) Aumento de anúncios nas redes sociais: no último ano o Facebook revelou o quanto sua receita cresceu graças aos anúncios pagos, chegando inclusive a restringir quais tipos de anúncio devem ou não aparecer na rede social. Como algumas empresas já perceberam a capacidade de conversão desse meio, em 2015 ela deverá ser maior.

3) Aumento do marketing de conteúdo: como teremos um crescimento de empresas nas redes sociais, o seu conteúdo também deverá ser trabalhado. Aqueles que forem mais interessantes e que levem as pessoas um valor agregado serão os mais bem sucedidos e , consequentemente, ganharão mais.

4) Novo foco para e-mail marketing: no ano anterior as campanhas de e-mail marketing levaram conteúdo interessante e relevante a sua lista e o aumento de membros têm ocorrido principalmente pelo oferecimento de e-books grátis em troca do e-mail de contato. Porém, em 2015 as empresas deverão buscar diferenciais para se destacarem em meio a tantas outras que utilizam essas mesmas estratégias.

5) Novo alinhamento de SEO, marketing de conteúdo e mídias sociais: enquanto as práticas de SEO deverão ser voltadas a otimização de conteúdo dos sites tais como meta tags e palavras-chave, o marketing de conteúdo continuará sendo aquele que dá mais visibilidade na web e as mídias sociais as responsáveis pela reputação das marcas na mesma assim como engajamento com clientes.

6) Empresas terão que se humanizar mais: as redes sociais proporcionaram um relacionamento mais próximo entre clientes e empresas. Neste novo ano elas precisarão se humanizar mais, pois as pessoas querem manter contato com outras pessoas e não com o logo de uma companhia que envia respostas automáticas. Logo, empresas que tornarem sua relação com consumidores mais humanas terão mais sucesso.

7) Menos anúncios promocionais: enquanto os outros pontos levantaram o que mais teremos em 2015, este último trata do que menos teremos. Os anúncios promocionais - cujo objetivo é fazer com que o cliente compre o produto - deverão ser menos frequentes que aqueles que trazem um conteúdo relevante e engajador que atraia a atenção e o interesse do consumidor em primeiro lugar.

E você? Quais tendências acredita que teremos este ano? Deixe sua opinião nos comentários e vamos debater. Sucesso!



Postado por: IVAN DE SOUZA
Quem sou eu? Jornalista, publicitário, marqueteiro, blogueiro nas horas vagas, gosto de desenhar e acredito viver uma real Vida de Marketing.
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